segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Impulso.

Hoje sonhei com lobos, gatos, minha saga até o aeroporto para conseguir viajar para São Paulo e minha frustração de não conseguir avisar pro meu namorado que surgiu essa viagem de última hora. Tudo isso incrivelmente conectado - adoro essa lógica não-lógica dos sonhos.

Mas não é sobre o meu sonho que eu quero escrever. É justamente sobre o tempo em que não escrevo. E, sinceramente, isso não me incomoda como eu achava que incomodaria. Troquei as palavras aqui pelo "vivenciar as coisas". And it's good.

Concluí que escrever, pra mim, é uma alternativa (mesmo que esporádica). É que, simplesmente eu não preciso mais escrever para me sentir melhor. Descobri novas maneiras para tal. Escrever é ótimo, adoro. Mas a questão é que não me sinto mais mal por ficar tanto tempo sem escrever uma única linha. Just That.


Talvez seja a falta a de chuva também. Vai saber...

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Atualizar.


O novo verbo agora é: amando.
Seguido de um sorriso simples, assim meio bobo, mas sincero.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Um não-post.

- E tudo aquilo que conversamos em uma noite, eu não tinha conseguido naqueles dois, ou três meses [...] e isso é... indescritível.




Acho que sinto pra valer todo esse excesso de vida. Agora sim. Confesso que me sinto confusa, mas é diferente. É bom. Eu (finalmente) me sinto muitíssimo bem em estar confusa. Parei, senti. Estou sentindo cada milionésimo de segundo. E ah, como é viver!

E eu ficando repetitiva. Rá.








Eu gosto desse cansaço. Eu gosto dos meus surtos-eu-tenho-muita-coisa-pra-fazer-omg. Eu gosto dessa novidade toda. Eu gosto desse caos. Eu gosto dessas loucuras, dessas rebeldias. Eu gosto dessa efemeridade. Eu gosto de saber que amanhã aquilo não vai mais ser tão encantador quanto foi hoje. Eu gosto das minhas mudanças bruscas. Eu gosto de estar realmente viva. Eu gosto de poder contar histórias, aquelas minhas histórias nada interessantes e nada intelectuais. Eu gosto dos clipes da Lady Gaga. Eu gosto de papos cults ou pseudo. Eu gosto de papos-menininhas. Eu gosto de ser acordada só para saberem a minha opinião sobre a foto ridícula de uma pessoa-x (e assim traumatizar-me, HAHA). Eu gosto de ficar olhando para o nada, quando que eu poderia estar lendo um livro. Eu gosto de ser vários paradoxos. Eu gosto de ser egoísta, egocêntrica e todos esses 'egos'. Eu gosto de irritar as pessoas. Eu gosto dos poucos amigos. Eu gosto dos muitos colegas. Eu gosto de ser chata. Mas eu também gosto de ser legal. Eu gosto de vermelho. E de preto e branco, e de azul e de roxo. Eu gosto de nunca ter respostas prontas. Eu gosto de não querer discutir quando os outros o querem. Eu gosto de ser imprevisível. Eu gosto quando nem todo mundo me entende e acha que entende, e assim, tira conclusões erradas sobre mim. Eu gosto de ser lacônica. Eu gosto de ser difícil. Eu gosto de ser e não-ser. Eu gosto de não ter favoritismos. Eu gosto de ser fria. Eu gosto da minha não-vontade de falar. Eu gosto de não ser uma pessoa 'transparente'. Eu gosto das excentricidades e das aleatoriedades. Eu gosto do improviso. E gosto de amar e querer muitas coisas. Eu gosto de mim mesma, em todos os sentidos.


Mas eu não gosto de escrever em primeira pessoa.
E muito menos desses tipo de texto.
E está horrível. Mas tô nem aí, preguiça de apagar.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Zás!




And I love the sound of you walking away, walking away hey hey!
E como é bom me sentir viva, again.
E todos aqueles surtos, caos, incertezas e loucuras.

terça-feira, 2 de março de 2010

Abster-se.

Odeio quem me rouba a solidão sem verdadeiramente oferecer companhia. (Nietzsche)
- E odeio deixar-me fazer o mesmo, como fiz.


E aquilo tudo que deixei de dizer ainda me atormenta. Somehow.
Agora já não é mais tempo. Não aquele tempo. Não vou dizer que é 'tarde demais' numa tentativa hipócrita de justificar-me. Não. Mas é tempo novo. Não aquele tempo. As coisas mudam, eu mudo, ele muda, e mesmo que eu tente dizer tudo aquilo agora ou num futuro qualquer, não será realmente aquilo tudo que eu queria dizer - naquele tempo.





- Sabe, é como uma obra inacabada, que não ficou boa. Por isso a minha inquietação. Meu desconforto. É preciso refazê-la, acabá-la, para que eu [finalmente] fique em paz. Coisa de artista, sabe como é...


Na verdade, finjo acreditar nesse 'fim'.
Mesmo porque não houve um começo, propriamente dito.