Um não-post.
- E tudo aquilo que conversamos em uma noite, eu não tinha conseguido naqueles dois, ou três meses [...] e isso é... indescritível.
Acho que sinto pra valer todo esse excesso de vida. Agora sim. Confesso que me sinto confusa, mas é diferente. É bom. Eu (finalmente) me sinto muitíssimo bem em estar confusa. Parei, senti. Estou sentindo cada milionésimo de segundo. E ah, como é viver!
Eu gosto desse cansaço. Eu gosto dos meus surtos-eu-tenho-muita-coisa-pra-fazer-omg. Eu gosto dessa novidade toda. Eu gosto desse caos. Eu gosto dessas loucuras, dessas rebeldias. Eu gosto dessa efemeridade. Eu gosto de saber que amanhã aquilo não vai mais ser tão encantador quanto foi hoje. Eu gosto das minhas mudanças bruscas. Eu gosto de estar realmente viva. Eu gosto de poder contar histórias, aquelas minhas histórias nada interessantes e nada intelectuais. Eu gosto dos clipes da Lady Gaga. Eu gosto de papos cults ou pseudo. Eu gosto de papos-menininhas. Eu gosto de ser acordada só para saberem a minha opinião sobre a foto ridícula de uma pessoa-x (e assim traumatizar-me, HAHA). Eu gosto de ficar olhando para o nada, quando que eu poderia estar lendo um livro. Eu gosto de ser vários paradoxos. Eu gosto de ser egoísta, egocêntrica e todos esses 'egos'. Eu gosto de irritar as pessoas. Eu gosto dos poucos amigos. Eu gosto dos muitos colegas. Eu gosto de ser chata. Mas eu também gosto de ser legal. Eu gosto de vermelho. E de preto e branco, e de azul e de roxo. Eu gosto de nunca ter respostas prontas. Eu gosto de não querer discutir quando os outros o querem. Eu gosto de ser imprevisível. Eu gosto quando nem todo mundo me entende e acha que entende, e assim, tira conclusões erradas sobre mim. Eu gosto de ser lacônica. Eu gosto de ser difícil. Eu gosto de ser e não-ser. Eu gosto de não ter favoritismos. Eu gosto de ser fria. Eu gosto da minha não-vontade de falar. Eu gosto de não ser uma pessoa 'transparente'. Eu gosto das excentricidades e das aleatoriedades. Eu gosto do improviso. E gosto de amar e querer muitas coisas. Eu gosto de mim mesma, em todos os sentidos.
Mas eu não gosto de escrever em primeira pessoa.
E muito menos desses tipo de texto.
Acho que sinto pra valer todo esse excesso de vida. Agora sim. Confesso que me sinto confusa, mas é diferente. É bom. Eu (finalmente) me sinto muitíssimo bem em estar confusa. Parei, senti. Estou sentindo cada milionésimo de segundo. E ah, como é viver!
E eu ficando repetitiva. Rá.
Eu gosto desse cansaço. Eu gosto dos meus surtos-eu-tenho-muita-coisa-pra-fazer-omg. Eu gosto dessa novidade toda. Eu gosto desse caos. Eu gosto dessas loucuras, dessas rebeldias. Eu gosto dessa efemeridade. Eu gosto de saber que amanhã aquilo não vai mais ser tão encantador quanto foi hoje. Eu gosto das minhas mudanças bruscas. Eu gosto de estar realmente viva. Eu gosto de poder contar histórias, aquelas minhas histórias nada interessantes e nada intelectuais. Eu gosto dos clipes da Lady Gaga. Eu gosto de papos cults ou pseudo. Eu gosto de papos-menininhas. Eu gosto de ser acordada só para saberem a minha opinião sobre a foto ridícula de uma pessoa-x (e assim traumatizar-me, HAHA). Eu gosto de ficar olhando para o nada, quando que eu poderia estar lendo um livro. Eu gosto de ser vários paradoxos. Eu gosto de ser egoísta, egocêntrica e todos esses 'egos'. Eu gosto de irritar as pessoas. Eu gosto dos poucos amigos. Eu gosto dos muitos colegas. Eu gosto de ser chata. Mas eu também gosto de ser legal. Eu gosto de vermelho. E de preto e branco, e de azul e de roxo. Eu gosto de nunca ter respostas prontas. Eu gosto de não querer discutir quando os outros o querem. Eu gosto de ser imprevisível. Eu gosto quando nem todo mundo me entende e acha que entende, e assim, tira conclusões erradas sobre mim. Eu gosto de ser lacônica. Eu gosto de ser difícil. Eu gosto de ser e não-ser. Eu gosto de não ter favoritismos. Eu gosto de ser fria. Eu gosto da minha não-vontade de falar. Eu gosto de não ser uma pessoa 'transparente'. Eu gosto das excentricidades e das aleatoriedades. Eu gosto do improviso. E gosto de amar e querer muitas coisas. Eu gosto de mim mesma, em todos os sentidos.
Mas eu não gosto de escrever em primeira pessoa.
E muito menos desses tipo de texto.
E está horrível. Mas tô nem aí, preguiça de apagar.
