quarta-feira, 11 de julho de 2007

Já...

Já fui feliz, e também triste; Já sorri, chorei; Já briguei; Já gritei; Já machuquei, já fui machucada; Já ganhei, já perdi; Já odiei, já me odiaram; Já amei, já fui amada; Já caí, e me levantei, mas caí de novo; Já dancei, já pulei, já corri; Já vomitei; Já brinquei; Já fui inocente; Já fui madura; Já fui mandona; Já usei "tudo bem" quando na verdade não estava; Já menti; Já fui a pessoa mais sincera; Já fui egoísta; Já fui carinhosa; Já fui grossa; Já perdoei, já pedi perdão; Já pensei e agi errado, já fiz o certo (ou pelo menos o que parecia certo); Já me arrependi pelo que eu fiz e o que não fiz; Já tive inveja, já me invejaram; Já tive medo; Já fui corajosa; Já ouvi e também escutei, já fui ouvida; Já desejei, já quis; Já fui nervosa, já fui paciente; Já fingi ser quem eu não era, e quem eu era; Já tive vontade de fumar; Já bebi, já fiquei bêbada; Já senti vergonha; Já "paguei mico"; Já fui indiferente; Já fui anti-social; Já fui carente; Já fui forte e fraca; Já cansei; Já sonhei, já acordei; Já fui otimista, e pessimista também; Já gostei de axé; Já fui rockeira; Já fui nerd; Já fui rebelde; Já quis fugir de casa; Já falei palavrão; Já disse "eu te amo", sem vulgarizar; Já disse que adorava, mas não gostava; Já fui alegre; Já fui má, já fui santa; Já fiquei calada, já falei até o que não devia; Já fui chata, já fui legal; Já me iludi; Já me enganaram; Já gostaram de mim; Já ignorei, e me ignoraram; Já fui boba; já fingi ser boba; Já fui amiga, e inimiga; Já senti saudade; Já quis voltar no tempo; Já quis mudar; Já fui normal, já fui maluca; Já fiz muita coisa (mas não o suficiente), já quis fazer mais; Já tive orgulho de mim mesma, já me achei um lixo; Já dei conselhos, já me deram conselhos; Já desejei morrer, e viver; Já não dei importância, já me importei; Já saí; Já viajei, já quis viajar; Já quis ter um gato; Já quis morar sozinha; Já fui romântica; Já fui despressiva; Já não sabia, já sabia; Já quis mudar o mundo; Já odiei as pessoas, já precisei delas; Já tive defeitos, mas também qualidades; Eu era, sou e serei - nada mais que - um ser humano, com tudo que tem direito no pacote.

domingo, 1 de julho de 2007

Memórias esquecidas.

"Queria poder fechar meus olhos e imaginar alguém... E poder ter a absoluta certeza de que esse alguém também pensa em mim quando fecha os olhos, que faço falta quando não estou por perto...

... não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim...Nem que eu faça a falta que elas me fazem, o importante pra mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível... E que esse momento será inesquecível..

... queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras, alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho...

... quero poder ter a liberdade de dizer o que sinto a uma pessoa, de poder dizer a alguém o quanto ela é especial e importante pra mim, sem ter de me preocupar com o que ela pense ...

... quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão... que um dia eu possa encontrar alguem que me entenda, ou que pelo menos me faça feliz, como eu sempre sonhei!

Descobri que não sou princesa dos contos de fada...

Descobri o ser humano sensível que sou é também muito forte, com suas misérias e grandezas...

Descobri que posso me permitir o luxo de não ser perfeita, de estar cheia de defeitos, de ter fraquezas, de me enganar, de fazer coisas indevidas e não corresponder às expectativas dos outros.

Andei por vários lugares... Encontrei pessoas maravilhosas, que me fizeram sorrir! Perdi e venci, errei e aprendi! Passei por várias coisas...decepções e alegrias. [...] "



- Texto antigo, que achei sem querer por aqui, não sei quem escreveu e nem onde o peguei. Mas possuía (e ainda possui) grande significância para mim.