sábado, 20 de outubro de 2007

Have you ever seen the rain?



I wanna know
Have you ever seen the rain?
I wanna know
Have you ever seen the rain?




Ouié, beibe. Rock and Roll para a chuva.
Ela merece. Depois de nãoseiquantosmeses sem "água do céu", ela chegou, finalmente. Brasília é assim. Um deserto urbano. Uma palavra que descreva isso aqui? Hell. Isso mesmo. Inferno. Quero ver se você consegue beber deste coquetel de secura extrema com um sol de rachar a cuca.

E a chuva por aqui é motivo para ficar feliz, sim. Diria que sagrada até. Sentir aquele ventinho, e dizer: "Vai chover" ou então sentir aquele cheirinho de chuva. Ah, sem comparações. As flores, a grama, as árvores, tudo fica (mais) vivo, de novo. A cidade parece até mais jovem, bonita e colorida. Apesar de ainda não ser lá grandes coisa (se referindo à Brasília, claro).
Quando chove, fico toda boba, como uma tola apaixonada. E não sou sozinha. Disso pode ter certeza. Sorrisos, alegria, vontade de andar nas ruas para se molhar, sentir as gotas tocarem a pele. Ah, como é íncrivel.

E, claro, a visita da nostalgia. Chuva e nostalgia. Companheiras quase que inseparáveis. E eu gosto disso. Eu gosto do céu cinzento, das ruas molhadas, das plantas renascendo, das gotas que caem do céu, do vento e dos trovões, do edredon e dos filmes, do chocolate e dos amigos. Tudo fica melhor e mais agradável. Sentimentos que vêm à tona junto com a chuva. Tudo muito excessivo. A significância da chuva, aqui, não se restringe somente ao fenômeno físico.


Chuva, do Latim pluvia:
água que cai em gotas da atmosfera;
aquilo que cai ou parece cair do ar como chuva.


> E muito mais do que isso.


[...]
.


Ligue o foda-se e seja feliz.

Semana sem aulas, porém agitada e estressante tanto quanto (?). Teoricamente seria uma semana com o objetivo

relaxante e divertido, digo que não foi bem assim.

Na verdade eu sempre me iludo com as pessoas, apesar de sempre esperar o mesmo destas. Ou seja, elas nunca, veja bem: NUNCA fazem o que devem fazer. Ou pelo menos mostram sequer interesse sobre algo que supostamente seria do interesse das mesmas. Me refiro à quase todos daquele recinto, chamado saladeaula, o que deveria ter uma "turma". Procure no dicionário, caso tenha dúvidas do que significa. Sim, pode ter alguém de lá lendo isso aqui (Deus sabe lá o porque), mas e daí? Como dizem as más línguas: se a carapuça servir... Bom para você!

Bem, mas não é esse o ponto em que quero chegar. O blog é livre, o blog é meu e escrevo o que quero. (Momento bem from hell da garota aqui.) Generalizo agora. Todas as tentativas de trabalho em grupo até hoje, em minha vida, falharam. Seja porque eu sempre fui egocêntrica ou não, seja porque as pessoas nunca souberam do significado do 'trabalho em equipe'... Sei lá, não é de interesse agora. Só tenho certeza que ninguém se salva, até mesmo eu. Mas por favor minha gente, tentem enfiar nessas cabeças o que é um trabalho em equipe. E eu me preocupo demais, como sempre. Ainda generalizando, ok? Não é querendo ser uma "certinha politizada" ou "clichê", mas se a esse ponto, as pessoas não sabem o que é um grupo, coitados, vão sofrer no futuro, em seus respectivos trabalhos.

Bah, ridículo esse post, ridículo tudo isso. Para que me importar com isso? Danem-se os que não querem nada com a vida, eu vou cuidar é da minha. Obrigada.

Mas eu ainda acho que seja para qual for o objetivo, as pessoas têm que fazer sua parte. Mesmo porque não vão ter sempre os zés-manés para carregá-los nas costas. Um dia, quem sabe, eles aprendem.

Voltando para a minha realidade e deixando a globalização dos fatos...

Semana Cultural foi um lixo. "Talvez seja porque estejamos participando desse grupo de mostra científica" disse Naiara. Ela está certa. Devido à essa maldita mostra científica de bosta que fiquei/ficamos nesse nível de estresse. E eu quase que assisto sua explosão de nervos perante aos seres inferiores que não firam p**** alguma. Eu explodo antes, ou depois, como agora, escrevendo. Mas ela, confesso que no dia me deu medo.

Aceitando mais críticas sobre o tal experimento feito por duas pessoas três dias antes da apresentação. É como eu digo: Criticar é fácil, difícil é fazer melhor [clichê mode on, mas funciona]. Interessante que para achar defeitos no nosso trabalhinho, muitos vêm e fazem, mas na hora de fazer o projeto, ninguém estava lá. Lindo, não? Infelizmente é sempre assim.

Me arrependo de uma, ou melhor duas coisas: a primeira, de participar daquele troço. E segunda, por não relatar aos coordernadores do trabalho sobre a "vida mansa" de alguns. "Não. Depois essas pessoas são punidas e fica um clima estranho lá na sala" disse de novo, Naiara. E eu com isso? Problema deles. Quem manda não fazer e sem se preocupar com o trabalho que era de interesse de TODOS? Digo, todos que precisam da nota, claro (e defiinitivamente não eu). E não penso como a Naiara. Prefiro que me olhem torto do que fiquem impunes atos como esses. Mudo de turma, se precisar. Pronto! Já fiz isso uma vez. Posso fazer outra. Já aprendi a não me preocupar com esse tipo de coisa. Não devo nada a ninguém ali mesmo.

Ligue o foda-se e seja feliz, meu camarada!

Ou melhor: Morram! :)