terça-feira, 29 de setembro de 2009

Nova versão para 'os três porquinhos'.

Era uma vez três porquinhos genéricos, P1, P2 e P3 e um Lobo Mau, por definição, LM, que vivia os atormentando. P1 era sabido e fazia Engenharia de Automação e já era formado em Civil. P2 era arquiteto e vivia em fúteis devaneios estéticos absolutamente desprovidos de cálculos rigorosos. P3 fazia Comunicação e Expressão Visual. LM, na Escala Oficial da ABNT para Medição da Maldade (EOMM) era Mau nível 8,75 (arredondando a partir da 3a. casa decimal para cima). LM tabém era um mega-investidor imobiliário sem escrúpulos e cobiçava a propriedade que pertencia aos Pn (1 <= n <= 3, n natural), visto que era de boa conformidade geológica e configuração topográfica, e ficava perto do shopping center.

Mas nesse promissor perímetro P1 construiu uma casa de tijolos, sensata e logicamente planejada, toda protegida com mecanismos automáticos. Já P2 montou uma casa de blocos articulados feitos de mogno que mais parecia um castelo lego tresloucado. Enquanto P3 planejou no AutoCad e montou ele mesmo, com barbantes e isopor como fundamentos, uma cabana de palha com teto solar, e achava aquilo “o máximo”.

Um dia, LM foi até a propriedade dos suínos e disse, encontrando P3:
- Uahahhahaha, corra, P3, porque vou gritar, e vou gritar e chamar o Conselho de Engenharia e Construção Civil para denunciar sua casa de palha projetada por um formando em Comunicação e Expressão Visual! Ao que P3 correu para sua amada cabana, mas quando chegou lá os fiscais do Conselho já haviam posto tudo abaixo.
Então P3 correu para a casa de P2. Mas quando chegou lá, encontrou LM à porta, batendo com força e gritando: – Abra essa porta, P2, ou vou gritar, gritar e gritar e chamar o Greenpeace, para denunciar que você usou madeira nobre de áreas não-reflorestadas e areia de praia para misturar no cimento. Antes que P2 alcançasse a porta, esta foi posta abaixo por uma multidão ensandecida de eco-chatos que invadiram o ambiente, vandalizaram tudo e ocuparam os destroços, pichando e entoando palavras de ordem. Ao que P3 ergue P2 e os dois correm para a casa de P1. Quando chegaram à casa de P1, este os recebe e os dois caem ofegantes na sala de entrada.
P1: O que houve?
P2: LM, lobo mau por definição, nível 8.75, destruiu nossas casas e desapropriou os terrenos.
P3: Não temos para onde ir. E agora, que eu farei? Sou apenas um formando em Comunicação e Expressão Visual!

Tum-tum-tum-tum-tuuummm!!!! (batidas à porta)
LM: P1, abra essa porta e assine este contrato de transferência de posse de imóvel, ou eu vou gritar e gritar e chamar os fiscais do Conselho de Engenharia em cima de você!!!
Como P1 não abria (apesar da insistência covarde do porco arquiteto e do.. do… “comunicador e expressivo visual”?), LM chamou os fiscais,e estes fizeram testes de robustez do projeto, inspeções sanitárias, projeções geomorfológicas, exames de agentes físico-estressores, cálculos com muitas integrais, matrizes e geometria analítica avançada, e nada acharam de errado. Então LM gritou e gritou pela segunda vez, e veio o Greenpeace, mas todo o projeto e implementação da casa de P1 eram ecologicamente corretos.

Cansado e esbaforido, o vilão lupino resolveu agir de forma irracional (porém super-comum nos contos de fada): ele pessoalmente escalou a casa de P1 pela parede, subiu até a chaminé e resolveu entrar por esta, para invadir. Mas quando ele pulou para dentro da chaminé, um dispositivo mecatrônico instalado por P1 captou sua presença por um sensor térmico e ativou uma catapulta que impulsionou com uma força de 33300 N (Newtons) LM para cima. Este subiu aos céus, numa trajetória parabólica estreita, alcançando o ápice, onde sua velocidade chegou a zero, a 200 metros do chão. Agora calcule, admitindo que a gravidade vale 10m/s2:
a) a massa de LM.
b) o deslocamento no eixo “x”, tomando como referencial a chaminé.
c) a velocidade de queda de LM quando este tocou o chão e
d) o susto que o Lobo Mau levou.




Não sei o autor, mas certamente genial. :)

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Psychofreak-day.

- Cigarro é lixo reciclável ou não reciclável?



- Esse suco tem gosto de desinfetante. Acho que querem me envenenar...



- Eu tenho cara de cereja, fala vai!
- Tem. E de morango também.
- Mas eu gosto mais de cereja.
- Então posso ser morango? Êêêê!

- Cereja é mais legal em inglês: cherry.
- Strawberry! Strawberry fields foreveeeeeer!



- Esse dia deveria ser o meu curta-metragem. Por que não tenho uma câmera agora?




- Eu gosto de árvores. Sou uma árvore. Uma cerejeira.
- Por que você é uma árvore?
- Porque árvores não precisam tomar decisões. O vento bate e elas se movem; está quente e as folhas caem...




- E a primeira coisa que você vai dizer a ele é: "vai se foder". E só depois: "pode falar agora".





- Ele é você daqui a dez anos.
- Gostei da parte dele ter dinheiro.




- É muito estranho sentir nojinho de uma pessoa com quem já ficou?
- Não. É completamente normal.




- O que você daria de si para ter alguém que deseja muito?





- Olha! Um elevador por aqui!
- Nossa, um elevador (na UnB)... e bem escondido hein.
- Bora entrar?
- Não. Vai que esse negócio fecha e não abre mais... e não estou afim de passar meu dia trancada num elevador.
- Altas pessoas devem fazer sexo aí.
- Será que não tem câmera?
- Não sei. Bora testar? (Brinks!) HAHAHA





- Eu vou tirar minha blusa! Duvida?
- Não.
- Tá. (¬¬)
- Então vou dar mole pro primeiro que me secar!
- Cuidado, estamos num posto de gasolina.




- Sua freak!




- Aquela garota deve ser um porre.
- E ainda tem um namorado cafajeste. Viu ele nos secando desacaradamente?
- Não. Mas pelo menos ele concorda que somos mais (algumas muitas vezes mais) gatas que a namorada.




- É uma questão de ego...


- Gostar de árvores tortas denuncia esquizofrenia.
- (OMG) HAHA




quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Insólita.


No seu mundo de tons pastéis
Suas cores, seus amores
São como broquéis

Rodopiava e tropeçava
Nos seus sonhos, nos seus medos
Uma vida que não começava
Refém dos seus segredos

Num dia nublado como outro qualquer
Ela divagava sobre
O porquê de ser o que não quer

Ela, a menina moça
Que nunca recusou uma dança
Agora ela se lança
No abismo, já sem força

E num segundo, quase muito
Achou-se noutro mundo

terça-feira, 15 de setembro de 2009

(nem) tão utópico assim.

Ele é muitos. Ele é nenhum. Ele é, no seu jeito, tão danificado quanto eles. Isso o não o torna menos interessante. Seu universo encanta e desencanta. Ele vive nesse paradoxo do real e irreal, e não se importa muito com isso. Para ele, viver é só uma desculpa para existir. É uma inconstância, um devaneio, um sonho. Em seu corpo se sente preso. Sua alma transita entre o tudo e o nada. Lamentando-se pela dualidade corpo-alma. Ele é delírio, utopia. Um além-ser.

Vestido como ser humano, ele sente, ele duvida, ele se importa, ele nunca está satisfeito. Seus risos indecifráveis, sua seriedade duvidosa. Cria suas certezas para depois questioná-las. Ninguém o entende, ele não foi feito para tal. Da mesma forma que ele não entende o mundo ao seu redor; isso é perca de tempo, afinal. Alheio a tudo o que é mundano, ele se perde no próprio ego. Sem nexo, sem senso: assim mesmo. Mas quem sabe o seu não fazer sentido, um dia, possa fazer sentido (para alguém)? E um dia fez, sim.



E continua vivendo na harmonia do seu caos;
tropeçando e seguindo no seu egocentrismo.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Vida (?) escolar.


Há uma certa relutância de minha parte em escrever sobre minhas experiências escolares. O motivo é simples (ou complexo, dependendo do ponto de vista): não tive boas recordações quando o assunto é vida escolar. E talvez esse conjunto de fatores tenham de certa forma me “bloqueado”. Não consigo escrever sobre o passado. Não como eu acho que deveria, com fluidez. E nem pretendo me desgastar escavando o passado. Ele está muito bem onde está, obrigada.

Certo dia, ao assistir ao programa de entrevista da Marília Gabriela, um convidado (Juca de Oliveira) disse: “Não me dedico ao passado, só ao presente. A morte é proporcionalmente próxima à quantidade de passado que você tem”. E complementou: “Se você for fazer um escaneamento do que já fez, você morreu". Eu não quero “morrer”, pelo menos por enquanto.

Contudo, ao ler Fomos maus alunos, veio-me na cabeça alguns fatos vividos até parecidos com os dos autores. Sobre a caixa e o brinquedo, assunto inicial do livro, muito me interessou as metáforas: o brinquedo como sendo a escola e a caixa como o mundo que a cerca. Assim como Gilberto Dimenstein, compartilho da mesma ideia: “Eu detestava a caixa e também o brinquedo. Para mim, a escola foi um problema durante toda a minha vida escolar. Não houve um único ano em que a escola tenha sido estimulante e fonte de realização. Então, acabei desenvolvendo algumas defesas para tentar me proteger.”

No meu caso, minha defesa foi o isolamento. De certa forma foi bom. Pude conhecer melhor o meu mundo interior, ou em outras palavras: cresci como pessoa. Aprendi muita coisa sobre a vida e percebi que ainda há um infinito para se apreender. Opiniões, teorias, ideias foram formadas, transformadas e até desfeitas. E citando mais uma vez um dos autores: “Parece que essa experiência, de talvez, solidão – força a gente a desenvolver recursos pessoais para lidar com a vida.” E foi assim que aconteceu. Minha solidão (in)voluntária contribuiu para ser quem sou hoje, apesar das muitas desvantagens que ela trouxe consigo. Encaro as coisas hoje como sendo um grande aprendizado; tudo um dia fará sentido (o não fazer sentido também tem seu sentido) e há sempre o que aprender. Isso vale principalmente para minha vida escolar, que foi um drama/tragédia (no sentido teatral), mas que me foi extremamente útil.

Fui uma aluna peculiar. Nunca reprovei em matéria alguma, mas não era considerada uma dos “nerds” da escola. Na verdade, fui “nerd” na escola que estudei até a oitava série. Mas a partir do primeiro ano do segundo grau, já em uma outra escola completamente diferente, me tornei a medíocre, “mais um número entre tantos outros”. Até a sexta ou sétima série sentava na frente (o lugar dos tais “nerds”), mas nos anos seguintes descobri que a “turma do fundão” era muito mais interessante, salvo algumas muitas exceções.

Porém, houve sim uma grande contribuição para a escolha de uma "área de atuação no mercado", logo no ínicio do terceiro ano: uma simulação das Organizações das Nações Unidas. Algumas escolas promovem esse tipo de simulação, a minha foi uma. E lá pude vivenciar, nem que superficialmente, a área de Comunicação Social, mas precisamente a de Jornalismo. Uma semana de correria, estresse e diversão. Uma experiência que valeu muito a pena, inesquecível.

Eu gostava de estudar, mais para passar logo de ano e chegar o mais rápido à faculdade. Portanto, a escola em si foi só um obstáculo que precisei contornar para chegar onde eu realmente queria: onde estou hoje.


Vida social: tendendo a zero, quase sempre.
Amigos: os poucos que fiz me foram suficientes. E ainda são. O que não quer dizer que não esteja aberta para novas amizades. O diferente (e o novo) sempre me atraiu.
Perversões: eu fui/sou uma perversão (no meu sentido, claro).


Algumas palavras que resumem (bem) a minha tal vida escolar: estresse, confusão, decepção, conquistas, raiva, alegria (mesmo que pouca), amizades, inimizades, tragédia, indiferença, barulho, silêncio, cansaço, tédio, (des)contentamento, solidão, individualismo, desprezo, preocupação, auto-conhecimento, criatividade (e a falta dela também), pressão, conhecimento, (i)maturidade...

Sou uma INTJ.

O que é isso?
Resultado de mais um teste de personalidade. Que por sinal, foi o que mais "deu certo" até agora. :)


Você vive num mundo de idéias e de planejamento estratégico. Você valoriza inteligência, conhecimento, competência, e tende a ser uma pessoa que estabelece altíssimos padrões para si mesmo e que continuamente se esforça para atingi-los. Apesar de que a um nível de certa forma mais baixo, você tem expectativas similares quanto aos outros.

Com a intuição introvertida dominando sua personalidade, você foca sua energia em observar o mundo e em gerar idéias e possibilidades. Assim, sua mente constantemente absorve informações e faz associações com elas. Você é uma pessoa tremendamente pensativa e compreende novas idéias com muita rapidez. Porém, seu interesse primário não está simplesmente em compreender um conceito, mas em aplicá-lo de uma forma prática, chegando a conclusões sobre esses conceitos. Sua necessidade por fechamento e organização geralmente lhe move a agir de alguma forma.

Como você valoriza sistemas e organização tremendamente e necessita da existência dos mesmos, e é uma pessoa naturalmente pensadora, essas coisas fazem de você um excelente cientista. Você oferece seu dom à sociedade ao transformar suas idéias em formas úteis que possam ser seguidas por outras pessoas. Não é fácil para você conseguir expressar suas visões, pensamentos e abstrações internas, pois estes se encontram numa forma interna altamente individualizada, não sendo assim diretamente traduzíveis numa maneira que outros possam compreender. Porém, você geralmente é levado a traduzir suas idéias na forma de um plano ou de um sistema que seja fácil de explicar, ao invés de através de uma tradução direta dos seus pensamentos para as pessoas. É difícil que você veja valor numa transação conversacional direta, e você também tem dificuldade em expressar suas idéias, que não são lineares. Entretanto, seu extremo respeito por conhecimento e inteligência o motivarão a explicar-se para outras pessoas que você achar merecedoras desse esforço.

Você é um líder natural, embora você geralmente prefira ficar “por trás da cortina” até que você enxergue uma necessidade real de liderar a situação. Quando você se encontra numa posição de liderança você é muito eficaz, pois é capaz de enxergar objetivamente a realidade da situação e é adaptável o suficiente para mudar as coisas que não estejam funcionando bem. Você é um supremo estrategista: constantemente avaliando idéias e conceitos disponíveis e comparando-os à sua estratégia atual, para que você já tenha um plano pronto para qualquer eventualidade imaginável.

Você é uma pessoa que gasta muito do seu tempo dentro dos seus próprios pensamentos, e pode se interessar pouco pelo que outras pessoas pensam ou sentem. A menos que você desenvolva seu lado sentimental, você pode acabar tendo dificuldade em oferecer intimidade às pessoas num nível de que elas necessitam. Igualmente, se você também não desenvolver seu lado mais prático você pode acabar tendo uma tendência a ignorar detalhes que sejam necessários à implantação de suas idéias.

Seu interesse em lidar com o mundo está em tomar decisões, em expressar raciocínios e conclusões, e em incluir tudo que você encontra dentro de um sistema compreensível e racional. Conseqüentemente, você expressa essas suas conclusões e julgamentos com rapidez. Você tem uma intuição altamente desenvolvida e freqüentemente se sente convencido de que está certo sobre as coisas. Porém, a menos que você complemente sua visão intuitiva com uma capacidade de expressar suas idéias, você pode acabar sendo mal compreendido com freqüência. Em casos em que há esse problema de compreensão, você tende a culpar a limitação das outras pessoas ao invés da sua própria dificuldade em se expressar. Esta tendência pode fazer com que você dispense as idéias dos outros com muita rapidez, tornando-se em geral uma pessoa arrogante e elitista.

Você é uma pessoa ambiciosa, autoconfiante, planejada, e de raciocínio de longo prazo. Muitas pessoas como você optam por carreiras de engenharia ou de natureza científica, apesar de que alguns encontram desafios suficientes no mundo dos negócios, dentro de áreas relacionadas a organização e a planejamento estratégico da empresa. Você não gosta de bagunça e de ineficiência, assim como de qualquer coisa ambígua ou incerta. Assim, você preza por transparência e eficiência, e investe uma quantidade enorme de tempo e energia em consolidar suas idéias em padrões estruturados.

Outras pessoas podem ter dificuldades em lhe compreender, achando que você é uma pessoa distante e reservada. Na verdade você realmente não demonstra muito o seu afeto, e não costuma oferecer às pessoas elogios ou críticas positivas o suficiente – ou pelo menos na quantidade que essas pessoas necessitam ou desejam. Isso não significa que você não tenha um afeto real ou que você não se importe com as outras pessoas, mas que você simplesmente não sente a necessidade expressar essas coisas. Outras pessoas podem erroneamente achar que você seja uma pessoa inflexível e que não tenha uma cabeça aberta para idéias diferentes das suas. Nada poderia estar mais longe da verdade, pois você se compromete a sempre encontrar, de uma forma objetiva, a melhor estratégia para implantar suas idéias. Assim, você está quase sempre aberto a ouvir sobre uma maneira diferente de fazer as coisas.

Quando sob um bocado de estresse, você pode se tornar obsessivo com atividades repetitivas sem sentido, como por exemplo, se preocupar ter bebido líquido demais. Você também pode tender a se focar em detalhes que você normalmente não consideraria importantes para seu objetivo maior.

Você precisa se lembrar de tentar se expressar o suficiente para evitar que as pessoas tenham dificuldades em lhe compreender. Na ausência de um desenvolvimento correto da sua capacidade de comunicação, você pode se tornar uma pessoa “curta e grossa” para com as pessoas, e, por fim, isolacionista.

Você tem uma capacidade tremenda de fazer grandes conquistas. Com a sua capacidade de raciocínio você capta compreensões (insights) dentro de uma visão geral das coisas, e é motivado a sintetizar seus conceitos na forma de sólidos planos de ação. É provável que você seja uma pessoa altamente competente, e que não terá problema algum em atingir suas metas educacionais e profissionais, tendo a capacidade de fazer grandes “saltos” nessas áreas. Num nível pessoal, se você praticar tolerância e se esforçar para comunicar suas idéias aos outros de uma maneira eficaz, você terá em suas mãos tudo o que precisa para viver uma vida rica e gratificante.


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Ou:


Segundo o desciclopédia:

Os egocêntricos

INTJs pensam que são melhores que todo mundo. Frios, sádicos, mesquinhos, hipócritas, manipuladores, julgadores e arrogantes. Não gostam de ninguém (nem deles mesmos). Acham que tudo deve ser analisado pelo prisma da lógica. Ganham a confiança de todos para traí-los no final. Para eles, as emoções são para os fracos e o contato humano é uma mera forma de prazer de onde eles podem tirar proveito. A verdade é que eles não ganharam carinho quando pequenos, aí cresceram e viraram esses pseudo-misantropos que acham que são a encarnação do Darth Vader. Não têm o mínimo senso de praticidade (assim como os amigos INTPs) e se fazem de sérios para que as pessoas não descubram que são uns verdadeiros chorões tanga-frouxa.

um INTJ = Um psicopata

dois INTJs = Uma partida de xadrez valendo as bolas do saco

três INTJs = Uma tentativa de tomar o Estado

quatro INTJs = Quatro pessoas querendo dominar o mundo, com a diferença que um vai matar os outros e vai querer tomar o poder sozinho

cinco INTJ's = Pode começar a tocar a marcha imperial, que os nomes deles com certeza começam com Darth.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Felina.



Ela é requintada, silenciosamente sábia.
Inquietante. Independente. Inteligente.
Por muitas vezes arrogante, esnobe e fria.
De uma sinceridade invejável. Verdadeiramente inexorável.

Ela não gosta de alguém pela necessidade de sentir-se melhor.
Ela gosta pelo amor que lhe é próprio, que é dela e ela o dá se quiser.
Nada pede a quem não a quer.
E fiel a quem dedica seu afeto.

Ela, que muito vê além, por dentro e pelo avesso.
Por poucos é vista realmente.
Simplicidade indecifrável. Complexidade inefável.

Um paradoxo personificado.
Ela é assim: misteriosa, sublime, uma humano-gato.
Exótica Felina.