1.7
O ano começou bem. 2008 veio cheio de planos; tarefas árduas (3º ano, sabe como é...), vestibular na cabeça... Idéias fervilhando. Isso seria bom? I hope so.
1.7 agora. Hora de suspirar e divagar sobre tal "acontecimento". Seria exagerado dizer que já sinto o peso maior da responsabilidade sobre os meus ombros? Eu tinha pensado como eu iria escrever sobre isso na minha viagem de volta, ou seja, bem no dia do aniversário. Esqueci uma boa parte das coisas, afinal não tenho memória de elefante. E não, eu não escrevi, pois eu estava dentro de um carro em movimento. Tá, talvez não seja uma boa desculpa, mas conforme irei lembrando, escreverei.
17 primaveras, 17 outonos, 17 verões, 17 invernos. 17 voltas completas em torno do sol. 17x365 dias (desconsiderando os bissextos). 17 anos. 17. Número novo para moi, que terá que se acostumar a responder àquela pergunta: "quantos anos?" com: "17.". Todo ano é esse sofrimento: decorar a idade. Passo o ano todo tentando pôr ele na cabeça, e quando eu já me acostumei com ele, vem outro e o empurra para o precipício. Assim, do nada, de um dia para o outro. Coitado. Assim trocado repentinamente, e ainda somos obrigados a aceitar esse "novato" e conviver com ele mais 1 ano. Para depois de exatos 12 meses, ser trocado por outro, e assim por diante. Confuso até demais para minha cabeça. E para os perdidos, estava falando dos números (idades).
Ano novo, nova idade. É, comigo é assim. Vem um combo aniversário-anonovo, quase ao mesmo tempo. Não sei se isso é bom, uns dizem que é ótimo, outros... Ah, deixa pra lá.
Nesse pequeno tempo de ano novo, nova idade, já aprendi novas palavras, já tive novas idéias, vontades, e por que não novas descobertas? Acho que comecei bem. Se continuar assim, sinto que esse ano será melhor que o outro (será?). Nada tenho certeza, mas o meu desejo é que seja melhor mesmo, que todos os outros anos. E dependendo de mim, será melhor sim. E já que as coisas só dependem da gente, infelizmente... Ok. Chega de clichês.
Interessante observar que as pessoas, no geral, quando chegam nessa época de fim de ano começam a fazer promessas e mais promessas para o ano seguinte. E eu (apenas com meus 17 anos vividos) já me cansei disso. Eu particularmente, não apelo para as promessas (não mais pelo menos), acho isso tudo ridículo (por falta de uma palavra melhor que descreva). O que faço é diferente. Planejar, e não só no dia 31 de dezembro; faço isso quase todos os dias. Além do mais, "planejar" possui um significado totalmente diferente de "prometer". Planejo o que quero e o que fazer nos próximos dias, meses e anos. Pelo menos essa idéia me parece a menos clichê de todas e me serve muito bem, obrigada.
E por falar em planos, eu tinha vários para esse post.Tudo detalhadamente escrito na minha cabeça. Mas infelizmente esses planos se dissiparam no meu cérebro, sabe-se lá onde eles estão. E como eu não tenho mais paciência de procurar-los , acaba por aqui mesmo.
(Esse sim, seria o primeiro post do ano.)
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